Ontem quando postei lembrei de uns versos esquecidos que escrevi em 1997. Trata-se de uma poesia social que me inspirei em uma realidade presente de sentidos.
Na verdade quis personificar uma estrela muito presente na minha vida, dar-lhe voz, sentimento, expressar suas angústias e tornar a reflexão as palavras de seu interior de luz e esperanças.
Talvez os versos sejam sem esperança, alguns achem toscos e sem sentidos, mas pra mim marcam muito e falam de realidades.
A estrela é real e latente, cheia de minha realidade e de tantos e para amá-la basta compreende-la, iluminando-a com nosso brilho e esperança.
E ela que brilha no coração dos que dela fazem parte. (..)
Estrela Solitária
A estrela brilhante, De um cintilante que não Para.
A estrela morena, Que ofusca por si só.
Pontas em ‘Art Noveau’, Brilho magistral.
Teu brilho verde estuprado, O sangue escorre.
Desvirginada, Indignada sem voz.
Desvirginada, Indignada sem voz.
A solidão foscal, De um céu sufocante.
Singelo brilhar, Solidão imposta, Insana.(..)
Singelo brilhar, Solidão imposta, Insana.(..)

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